terça-feira, 31 de janeiro de 2012

PSTU-BA faz ato em solidariedade ao #pinheirinho

                                                                                                                                                                HENRIQUE SALDANHA, DIRETO DE CAMAÇARI (BA)

Prof. Carlos Nascimento fala do massagre autorizado pelo Governo do PSDB e da omissão do Governo Dilma   


Nesta segunda-feira, 30 de janeiro, foi a vez do PSTU-Bahia realizar um ato em solidariedade aos moradores do Pinheirinho. A manifestação aconteceu durante a visita da presidente Dilma à cidade de Camaçari-BA. Com cartazes, bandeiras e palavras-de-ordem, os militantes do partido denunciaram o massacre organizado pelo PSDB aos moradores do Pinheirinho e a omissão do governo Dilma.

Mesmo com toda operação de segurança para não permitir protestos no evento do governo, nossa militância conseguiu furar o cerco e apresentar aos trabalhadores presentes e à Dilma uma faixa com os dizeres “Dilma, desaproprie o terreno do Pinheirinho”. Mas, assim como a mídia burguesa tenta abafar o ocorrido no Pinheirinho, o governo Dilma não queria acabar sua festa de falácias e, logo que nossa faixa de denúncia começou a chamar atenção, os seguranças da presidência determinaram que naquele espaço não era permitido fazer nenhum tipo de protesto. Estava claro que, assim como Alckmin quer esconder seu massacre, Dilma quer esconder que nada fez de concreto em defesa dos trabalhadores do Pinheirinho.

O Brasil é todo Pinheirinho
Não é apenas pelo sentimento de solidariedade que tomou todo o Brasil que afirmamos que todo país é Pinheirinho. No Brasil inteiro, os governos têm expulsado os trabalhadores de suas casas para dar lugar às obras da copa, do PAC e para atender à especulação imobiliária.

A presença de Dilma em Camaçari marcou mais uma ação dos governos nesse sentido. Nesta segunda, o governo anunciou uma obra milionária de revitalização do rio Camaçari que expulsará aproximadamente vinte mil pessoas de suas casas. A denúncia desta barbaridade se somou à denúncia de Pinheirinho, mostrando que em qualquer canto deste Brasil a prioridade dos governos não é garantir o direito à moradia dos trabalhadores.

Durante o ato, um panfleto que denunciava o massacre no Pinheirinho e exigia de Dilma a desapropriação do terreno foi distribuído aos trabalhadores presentes no evento de anúncio das obras. O jornal do PSTU, Opinião Socialista, foi vendido na atividade e as matérias sobre o Pinheirinho foram discutidas com os trabalhadores.

Ao nosso protesto se somaram outros grupos: moradores desabrigados por conta da ampliação de uma rodovia estadual, moradores de Camaçari que denunciavam as desapropriações por conta da obra de revitalização do rio, estudantes que reivindicam a aplicação de 10% do PIB para a educação e trabalhadores que exigiam melhorias no sistema de saúde municipal. Todas essas reivindicações só mostram que, para além da falácia dos governos, existe muita insatisfação dos moradores de Camaçari com a prefeitura, com o governo do Estado e com o governo Dilma, todos governados pelo PT.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

A Justiça é cega? Breve comentário sobre a Reintegração de #pinheirinho

Texto de Jean Montezuma*
A justiça é cega. Com certeza todos já ouviram essa expressão em algum momento da vida A justiça é cega. Como assim? Perguntava-me quando mais novo. Parece contraditória tal expressão, mas é isso mesmo. A justiça é cega dizem com altivez os nobres juristas brasileiros, ela é cega porque interpreta a lei, julga e decide conforme o que rege a lei.

A justiça é cega dizem os respeitabilíssimos âncoras ético-moralistas dos mais assistidos telejornais da TV. Ela é cega porque não leva em consideração a cor da pele, a religião, ela enxerga todos como iguais perante a lei.Será mesmo?

Neste domingo 22 de janeiro de 2012 testemunhamos todo significado desta consagrada expressão. A justiça, que é cega, deveria arbitrar entre a permanência de 1.600 famílias que desde 2004 moravam no bairro do Pinheirinho na cidade de São José dos Campos e o pedido de reintegração de posse solicitado por Naji Nahas um renomado Bandido acusado por lavagem de dinheiro, desvio de verbas públicas, enriquecimento ilícito, e um longo etecetera de crimes.

De um lado trabalhadores e trabalhadoras lutando pelo básico direito a moradia, que, diga-se de passagem, deveria ser garantido por lei, do outro um bilionário criminoso exigindo a reintegração de um terreno que em 2004 estava abandonado. A justiça, que é cega, tomou sua decisão. O governador de São Paulo, o mesmo que está gastando bilhões para construir o Itaquerão para a Copa e ao mesmo tempo diz não ter dinheiro para resolver o déficit habitacional do estado mais rico do Brasil, agiu rápido. Eram 6 da manhã e 2 mil policiais do batalhão de choque escurraçaram como se fossem cachorros os moradores do Pinheirinho de dentro de suas casas.
Fico me perguntando, alguém nessa vida já viu a policia invadir a casa de algum empresário corrupto com cachorros, balas, bombas de gás lacrimogênio, batendo com o cacete em seus filhos? Pois é, isso ocorreu no Pinheirinho. O Brasil da 6ª maior economia do planeta, ainda é um país onde uma parte considerável da nação não tem onde morar, onde muitos ainda morrem por não ter o que comer. O novo Brasil que o governo diz estar construindo vê todos os anos bilhões serem perdidos através da corrupção enquanto o trabalhador “se vira nos 30” (nos trinta dias mesmo) para sobreviver com um salário mínimo de fome.

Mas este domingo 22 de janeiro não passou em vão. Neste domingo que passou, os homens, mulheres e crianças do Pinheirinho, viram que o problema da justiça não é a cegueira. O mal do qual sofre a justiça está no seu “DNA”. A justiça não é cega, a justiça é burguesa. E como burguesa que é sempre ficará ao lado dos Naji Nahas, dos Sarneys, dos Dantas, dos Pittas e por aí vai.

Neste domingo que passou as crianças e os jovens do Pinheirinho que tiveram suas vidas invadidas pela polícia, e foram jogadas na sarjeta pelo Governo; Jovens e crianças que em suas vidas desgraçadamente irão ouvir inúmeras vezes a maldita frase “ A justiça é cega” sabem agora que o melhor remédio para a “cegueira” da justiça é lutar pelo dia em que finalmente poderão colocá-la no lugar que ela merece, o banco dos réus. Neste dia não haverá liminares, não haverá Habeas Corpus, haverá justiça de classe executada através das mãos firmes da classe trabalhadora.


* militante do PSTU - BAHIA

Na Lavagem do Bonfim, o PSTU está na rua!

DIRETÓRIO ESTADUAL DO PSTU

Em 2012, nas lutas e nas eleições, ao lado dos trabalhadores e com fé na luta socialista.
 
As festas populares em Salvador sempre foram espaço de alegria e descontração para a maioria do povo trabalhador, mesmo diante de tantas adversidades. Em 2012, não pode ser diferente. Nós do PSTU participamos das festas populares porque elas também são um espaço de resistência e de luta importante que utilizamos para denunciar o caos em que se encontra nossa cidade. Enquanto os mega empresários e as construtoras, financiados pelo dinheiro publico, ganham como nunca com as obras da COPA e do PAC, os trabalhadores e a população negra sofre no dia -dia com as péssimas condições do serviço publico, com a insegurança, e a falta de uma saúde e educação publica e de qualidade.
 
Derrotar João Henrique nas lutas e nas eleições
Não é a toa que somos o estado com o maior numero de analfabetos. O transporte coletivo está nas mãos de uma máfia de empresários que mesmo ganhando muito, aplicam tarifas excessivas, enquanto milhares e milhares de trabalhadores têm que agüentar todos os dias a superlotação nos ônibus e o caos das estações. O METRÔ, que já consumiu bilhões do dinheiro público, através da corrupção, segue sendo apenas uma entre as várias promessas que nunca se tornam realidade. Para piorar a situação do povo pobre, o prefeito João Henrique ameaça privatizar as estações e o elevador Lacerda, entregando um patrimônio histórico de nossa cidade a iniciativa privada e a voracidade dos empresários. Por isso a prefeitura de João Henrique esta entre as piores administrações do Brasil.
 
Nem PT, PMDB, DEM... Eles são todos iguais
Em outubro de 2012 haverá eleições municipais, e como em todas as eleições, os “políticos” e os partidos tradicionais falam muitas mentiras e fazem muitas promessas que nunca são cumpridas. Quando eleitos, apressam-se para atender os interesses dos grandes empresários que financiam suas campanhas, Em Salvador não vai ser diferente. De um lado, os tradicionais partidos da direita, como o DEM, o PSDB e o PMDB posarão como “oposição”, para aplicar a mesma política de sempre, de sucateamento e privatização do serviço publico, criminalização dos movimentos sociais, como foi durantes os governo carlistas, do outro lado, estarão o PT, PC do B e PSB, com um discurso de esquerda, mas uma pratica igual a dos partidos tradicionais. Não podemos esquecer que todos esses partidos foram em algum momento parte do governo  João Henrique, por isso, também são responsáveis pelo caos que existe na cidade de Salvador. Foi o governador Jaques Wagner que deu um voto de confiança e “salvou” João Henrique na crise de janeiro de 2011, quando a maioria da população dava um BASTA ao prefeito. 
 
Pelegrino, Wagner e Dilma: governando para os ricos!
Muitos trabalhadores enxergarão a candidatura de Pelegrino como uma alternativa. Nós do PSTU não pensamos assim, afirmamos que a candidatura de Pelegrino será a continuidade do que estamos vendo em nossa cidade a mais de 20 anos. Hoje o PT é aliado de velhos carlistas como Otto Alencar e Pelegrino busca o apoio de João Henrique a sua candidatura. Eles são todos iguais e governarão para os ricos. O programa do PT para salvador será a copia do que faz Dilma e Wagner, ou seja, mais privatização e sucateamento da saúde, educação e transporte.
 
O crescimento econômico da Bahia e do Brasil não vem acompanhado de uma real distribuição da riqueza e a consequente diminuição da miséria e da pobreza. O governo de Jaques Wagner diz esta construindo uma nova Bahia, mas só quem leva a maior parte do bolo, são as construtoras, o agronegocio e as multinacionais instaladas em nosso estado. Enquanto o governo do PT aumenta os incentivos fiscais às empresas, como a FORD, os trabalhadores ganham péssimos salários e tem uma jornada infernal de trabalho. A minoria rica fica cada vez mais rica enquanto a maioria da população não tem nenhuma melhora em sua condição de vida. O contraste e a desigualdade social são cada vez maiores. É um crescimento econômico pra poucos e não para a maioria. Essa é a Bahia que temos hoje, nada diferente ao que era durante o Carlismo. Por isso afirmamos que a candidatura de Pelegrino não é uma alternativa para os trabalhadores e a população pobre de Salvador.
 
Por uma Salvador para os trabalhadores e o povo.
Frente a esta situação o PSTU apresenta uma alternativa dos trabalhados nas lutas e também nas eleições, queremos construir uma candidatura que represente os interesses dos trabalhadores e da população pobre, que combata a opressão e a discriminação ao povo negro, às mulheres e aos homossexuais, que sofrem no cotidiano o racismo, o machismo e a homofobia. Somos um partido diferente, porque acreditamos que o único caminho para mudar a atual situação e construir uma sociedade diferente, é a luta e a mobilização dos trabalhadores. Queremos construir uma Salvador Para os Trabalhadores e não para os ricos.
 
Nessas eleições propomos a construção de uma frente classista e socialista, que reúna o PSOL, o PCB, os movimentos sociais combativos do campo e da cidade e a juventude lutadora. Essa frente deve ser independente do governo e da direita, e financiada pelos trabalhadores e pela juventude. Infelizmente, o PSOL em seu ultimo congresso aprovou a possibilidade de realizar alianças e coligações com partidos governistas e da direita em alguns estados. Fazemos um chamado fraternal aos companheiros a que reveja essa posição e venham construir conosco uma frente classista e socialista. Mas se essa frente não se concretizar em Salvador, o PSTU apresentará seus candidatos a prefeito e a vereadores em aliança com os trabalhadores.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

É PRECISO UNIFICAR AS CATEGORIAS EM GREVE PARA DERROTAR A INTRANSIGÊNCIA DO GOVERNO

O Governo Dilma tem demonstrado que pretende derrotar as campanhas salariais através de medidas anti-sindicais, como o desconto dos dias parados e a intervenção na Justiça para atacar o direito de Greve. Os trabalhadores já entenderam que a melhor resposta para isso é a unidade das categorias que estão em luta. Mas, infelizmente, nem todos pensam dessa forma na direção do movimento sindical.
Na última quinta-feira, 06, ocorreria uma passeata unificada entre bancários e trabalhadores dos Correios no Comércio, centro de Salvador. Mas o que era para ser um ato unitário, fortalecendo as greves das duas categorias, acabou se transformando em frustração para os trabalhadores.
A passeata não se realizou em virtude da diretoria do Sindicato dos Bancários da Bahia, filiado à CTB, e da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios da Bahia, filiado à CUT. As duas partes alegam divergências ou falha de comunicação entre as entidades. Com estas desculpas,  as duas centrais governistas contribuíram para dividir os trabalhadores e facilitar a imposição das medidas do governo.
Os bancários e carteiros, que sairiam em passeata para mostrar que estavam unidos contra a política de arrocho salarial do Governo Dilma, ficaram atônitos diante da atitude dos dirigentes sindicais. Na base das duas categorias sempre houve disposição para unificar as lutas.
Dois dias antes, a CTB e a CUT estavam de mãos dadas para orientar o fim da greve dos trabalhadores dos Correios. Os mesmos que brigaram e impediram a realização da passeata estavam unidos na hora de acertar o acordo rebaixado com a direção da ECT. A proposta indecente incluia o desconto dos dias de Greve. Felizmente, os trabalhadores rejeitaram o acordo por unanimidade. 
A passeata unificada serviria para dar visibilidade à Greve das duas categorias, fortalecendo a mobilização por reajuste salarial digno e melhores condições de trabalho. Devemos exigir da diretoria das duas entidades a construção de uma manifestação em conjunto o mais rápido possível!
Nós que construímos o MNOB/BA  e a CSP Conlutas consideramos que nenhuma divergência aparente ou falha de comunicação entre os sindicatos servem como justificativa para o que aconteceu. A unidade dos trabalhadores é uma necessidade e deve ser colocada em primeiro lugar! Os dois sindicatos devem unificar as categorias em Greve e romper com o Governo Dilma para travar uma luta conseqüente em defesa dos trabalhadores e da sua unidade!
Reajuste digno já!
Não ao desconto dos dias parados!
MOVIMENTO NACIONAL DE OPOSIÇÃO BANCÁRIA/BAHIA - FILIADO À CSP CONLUTAS

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

PSTU na Mídia.

Veja abaixo a matéria do Portal "Camaçari Notícias" com Índio, militante do PSTU e do Movimento Operário Metalúrgico (MOM).



"Camaçari precisa de sangue novo", diz presidente do PSTU no município

Milane Magalhães/ Cn1

O presidente do PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados) de Camaçari visitou a sede do Camaçari Notícias, na manhã desta quarta-feira, 05, em pauta estava a criação do diretório provisório do partido na cidade.

O PSTU já existe em Camaçari há um ano, mas foi legalizado no mês passado. José Wellington dos Santos, mas conhecido como Índio é o presidente do partido, e ressalta a sua liderança política por já fazer parte do MOM (Movimento Operário Metalúrgico), além disso, ele trabalha na Ford desde 2002.

O partido tem como objetivo construir uma alternativa de esquerda na cidade, pois para o presidente todos os partidos que se consideram de esquerda, quando chegaram ao poder, acabaram se juntando e tendo as mesmas ações que os de direita. “Camaçari precisa de sangue novo, o DEM, o PT, PSDB e o PMDB todos têm as mesmas atitudes, defendem uma idéia, mas acabam se juntando aos empresários e latifundiários, para o nosso partido independência financeira é independência política!”, reforça Índio.

Além de Índio, o partido também tem outra figura pública que é o Professor Carlos, que se candidatou a Deputado Estadual nas eleições de 2010. O PSTU começará nos próximos meses a pensar quais serão os nomes que o partido irá lançar à candidato no legislativo municipal, ou para prefeitura de Camaçari.

“O partido tem como objetivo traçar um programa a serviço dos trabalhadores, estudantes. E desta forma estaremos também atingindo a toda população. Queremos discutir, colocar e solucionar problemas centrais como a saúde e a educação”, defende Índio.

Quem se interessou pelo partido e quiser filiar-se poderá procurar os dirigentes na próxima sexta-feira (07) e sábado (08) na Praça Desembargador Montenegro, das 10 às 14h. Ou na sede provisória do PSTU que fica localizada na Avenida Padre Paulo nº 66, na Nova Vitória.

“Eu agradeço a oportunidade que o Camaçari Notícias está dando ao partido, essa é a primeira vez que estamos dando entrevista a um meio de comunicação, esperamos ter espaço assim como todos os outros partidos tem”, finaliza o presidente.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Bancários da Bahia reafirmam o movimento grevista!

 Wellington Gardim, bancário e militante do PSTU-BA
 
Wellington Gardim, do MNOB-BA
A assembléia dos bancários ocorrida ontem (03/10) reafirmou a continuidade da Greve e aprovou a construção de mais uma passeata unificada com os trabalhadores dos correios. Na ocasião, os bancários receberam a solidariedade de outros setores que estão em luta.

O representante da ANEL (Assembléia Nacional dos Estudantes – Livre), Leonardo Polli, trouxe a solidariedade da juventude, resgatando que a nossa luta contra os banqueiros e os ataques do governo é a mesma. A ANEL está na linha de frente da construção da Campanha pelos 10 % do PIB para a Educação.

Uma representante dos Servidores das Escolas Técnicas Federais (SINASEFE) ressaltou a necessidade de unificar as campanhas salariais e solicitou apoio à Greve que eles constroem há cerca de dois meses contra a política de arrocho salarial do Governo Dilma.

Os militantes do MNOB-BA, movimento de oposição à atual direção do sindicato dos bancários, fizeram falas apontando a unificação das categorias em greve como forma de fortalecer as lutas contra os ataques do governo Dilma. Fizeram denúncia da relação entre o governo e os banqueiros, além de repudiar a intransigência nas negociações. Também levaram informações sobre os acordos fechados nas campanhas salariais do bancários do Banco Regional de Brasília, que conseguiram reajuste de 17,45%, e do Banpará, que conquistaram licença-prêmio e o abono total dos dias de greve. Para o MNOB esse precisa ser o novo patamar para as negociações com os demais bancos e o governo.

Mais uma vez o MNOB-BA posicionou-se contra qualquer forma de retaliação aos grevistas, seja através do desconto ou da compensação dos dias parados, exigindo do sindicato iniciativas jurídicas e a pressão sobre o governo para evitar a punição dos bancários em greve.

A próxima assembléia dos bancários está marcada para a próxima quarta-feira, dia 05, às 18h, no Ginásio de Esportes dos Bancários, Ladeira dos Aflitos. Já a passeata unificada com os trabalhadores dos correios deve ser confirmada ao longo da semana. A próxima quinta-feira é o dia previsto para a realização da manifestação.